sexta-feira, 15 de junho de 2007

TEST DRIVE PARA NAMORO



Há um tempo atrás, mais precisamente falando, na época da minha mãe, era mais fácil começar a namorar. O rapaz pedia aos pais da moça para que pudesse cortejá-la. Você deve estar estranhando eu escrever isso, afinal, onde estava a liberdade das moçoilas? Mas vamos analisar as coisas hoje?

Nós, mulheres para casar, (mas não agora), quando queremos namorar alguém, temos que nos submeter a um test-drive. Ficamos com o ‘moçoilo’ sem nenhum comprometimento, para ver se nos damos bem. Aliás, essa é a desculpa usada por nós para não termos que assumir que somos ‘usadinhas’ por um tempo. E se o namoro não ‘engata’, cada um vai para o seu lado. O beneficiário já teve o que quis e você fica na mão, acreditando que poderia ter virado um relacionamento bacana.

Os homens estão em uma posição muito cômoda. Há uma situação que ilustra bem o caso. Ao ser interpelada pelo vendedor de uma loja você solta essa: “Só estou dando uma olhadinha sem compromisso”. É a isso que nós nos submetemos, e ainda achamos legal.

Antigamente, essa fase, que hoje é chamada de ficar, fazia parte do namoro. Conhecer o parceiro era parte da experiência. Agora o argumento é que nós precisamos nos conhecer antes de namorar. Bom para os homens que diversificam raças, biótipos e intelectos ‘a la vonté’, e para as mulheres que não querem realmente se comprometer. Nada contra. Mas usar o termo “se conhecer” para se livrar de um possível compromisso... Aí é dose. Mas afinal, quem quer namorar um bundão que tem medo de viver? Sei lá!

Voltando à pergunta do primeiro parágrafo: Onde está a liberdade das moçoilas? Está servindo mais para elas próprias ou para os homens? Liberdade de se submeter ao test-drive? Para quê isso? Para mim chega! Vou ser diferente. Posso sim, até ficar de vez em quando. É bom dar uns beijinhos sem compromisso, só não é legal fazer disso uma rotina, ainda mais se essa favorecer somente ao outro...

Não fico mais, a não ser que o cara seja lindo como o Keanu Reeves, charmoso como o Sean Connery e inteligente como o Arnaldo Jabor. Fácil?


Liberdade sim, mas libertinagem não. Pelo menos não com a mulher maravilha aqui!!!


Eu me amo e sou correspondida!

5 comentários:

Karem disse...

Parabéns Denise, seu blog é bem legal e mereceu sair na revista!
Bjs

Carolina Cannella disse...

teu blog eh otiiiiiiiiiimo!
tah sendo minha leitura de cabeceira!!!!

Bejao!

adicionei seu link no meu fotolog c pode? hehe

Denise Moura / CONTATO: denisejmoura@yahoo.com.br***** disse...

Vixx tô me achando....

Kimera Kenaun disse...

Dê, qdo eu crescer quero ser = vc ^^
Amei amei...

hahaha

Anônimo disse...

Sim, provavelmente por isso e